Inteligência Emocional

ago 8, 2011   //   by amilcar   //   Notícias  //  Nenhum Comentário

O que tem acontecido após o livro de  Goleman  é uma mudança de paradigmas, principalmente  na cultura americana e, em particular,  nos domínios da educação e das empresas.

 A  idéia de inteligência emocional reside em um punhado de princípios básicos. Pessoas emocionalmente inteligentes são a que têm a capacidade de administrar seus impulsos emocionais  - ou, pelo menos, mais do que aqueles que não são emocionalmente inteligentes – elas têm a auto-consciência para saber o que estão sentindo, são capazes de pensar e expressar sobre essas coisas, elas têm empatia com os outros e compreendem como as outras pessoas pensam, são otimistas, e compreendem a dinâmica de um determinado grupo e  qual a sua posição dentro dele.

Por outro lado,   a maioria dos cientistas sociais que estudam a inteligência, estimam que o QI representa apenas 20% a 30% dos fatores que influenciam os resultados em nossa vida. Por conseguinte, a ciência tem se concentrado na busca por descobrir o que representam os restantes 70 a 80 por cento.

Não se sabe se  a IE pode preencher esse espaço. Contudo, seguramente, ela veio mexer de forma significativa com os restritos e paralizantes conceitos de que o QI é tudo que existe.

Hoje, as pessoas já estão cientes de que ter um elevado QI não basta para determinadas missões e isto veio a inserir muita gente que estava à margem do conceito de inteligência.

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